sábado, 27 de junho de 2009

dezembro.

Eu não preciso de palavras difíceis. A simplicidade me encanta. Palavras difíceis me atrapalham, me tiram o foco. Não que eu seja contra qualquer manifestação de intelectualidade, até acho interessante, mas o que já é complicado não precisa ser transformado em caos. Palavras bonitas agradam aos olhos, mas poucos possuem sensibilidade para digerí-las e entendê-las. Tenho para mim que funcionam como escudos. Esconde-se a angústia de sentimentos em palavras gramaticalmente exageradas e de pouco uso. Pinta-se a dor para que ela vire poesia.

Eu prefiro optar por dizer simplesmente que doeu.

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