sábado, 11 de abril de 2009

o que não cabe ao coração.

Pessoas virtuosas sempre me tiram sorrisos. Hoje aprendi a soletrar com o Huck uma virtude bem bonita, que infelizmente eu não lembro o nome. Afinal não tem nenhuma graça e não dá audiência nenhuma pedir pra neguinho soletrar generosidade, bondade ou humildade. Era alguma com H e rolava um mistério se o final da palavra era com S ou Z. Eu gosto de sorrisos. Tal como gosto de girassóis. Gosto de dar e de receber sorrisos. Talvez estejam faltando sorrisos agora. E agora talvez os sorrisos sejam por motivos distintos. Mas eu ainda lembro daqueles sorrisos de antes. E é um daqueles que eu queria agora. Sorrisos nunca são demais, é por isso que se repetem tanto por aqui. Seriedade demais me faz mal. Não gosto e não sei apreciar. Juro que ainda tento... Talvez toda essa infantilidade não agrade, mas sou pollyanna.
Ainda quero o meu cachorro, minha parede vermelha e um amor só meu. Alguém que me receba com sorrisos, que me acalme com sorrisos e que saiba sorrir comigo.
Não há nada tão ruim que não possa piorar.
Talvez isso seja sobre você.
Talvez isso seja sobre mim.


(e se eu bem conheço, vc não vai gostar em nada disso aqui!)

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu acho que tem dúvida demais nesse mundo. e muita virtude, a tal da virtude, pouco aproveitada. Tipo os únicos 10% de toda a capacidade do cérebro que utilizamos. Tem muita coisa indo pro lixo.